C'est Fini... O odor da flor em dor que em meu jardim sinistro Desabrochou e permitiu que os beija-flores Partissem sem deixar vestígios nos sensores De presença, no vão sombrio que administro. Recolho-me à minha insignificância E inundo com meu pranto o páramo sidéreo Que me devolve em canto lírico e funéreo Os restos do que eu fui ecoando na distância. E assim hei de vagar por toda eternidade, Mascote do fracasso e escravo da saudade Com o âmago sangrando a tiritar de frio Convivendo em necrópoles com os que morreram Em vida e suas células apodreceram À sombra cruciante do cipreste esguio. Nizardo Wanderley

Nizardo Wanderley

Cavaleiro Solitário

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O TEU AMOR DE MENTIRA FEZ-ME SOFRER DE VERDADE Poesias › Amor 12/09/14 36
CLAUSURA Poesias › Amor 26/08/08 60
ALIENADO Poesias › Amor 30/04/08 75
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TESÃO LOIRO.. Poesias › Amor 23/10/07 316
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