C'est Fini... O odor da flor em dor que em meu jardim sinistro Desabrochou e permitiu que os beija-flores Partissem sem deixar vestígios nos sensores De presença, no vão sombrio que administro. Recolho-me à minha insignificância E inundo com meu pranto o páramo sidéreo Que me devolve em canto lírico e funéreo Os restos do que eu fui ecoando na distância. E assim hei de vagar por toda eternidade, Mascote do fracasso e escravo da saudade Com o âmago sangrando a tiritar de frio Convivendo em necrópoles com os que morreram Em vida e suas células apodreceram À sombra cruciante do cipreste esguio. Nizardo Wanderley

Nizardo Wanderley

Cavaleiro Solitário

Textos
Título Categoria Data Leituras
AMOR PROIBIDO Cordel 08/04/07 1827
A FALSA BEATA Cordel 24/02/10 1525
MEU AMOR PELA JUMENTA Cordel 15/01/07 1343
EU QUERO A MULHER ERRADA Cordel 24/12/06 986
O MONSTRO SEXUAL Cordel 08/07/07 895
SER BREGA... Cordel 25/11/07 859
O DILEMA DE SER PAI... Cordel 26/08/10 668
DECLARAÇÃO DE AMOR Cordel 30/06/07 355
ANJO TRAVESSO Cordel 01/11/07 321
O RUIM É FICAR CASADO... Cordel 24/04/08 303
MULEKA, A ALMA SAPEKA... Cordel 31/01/08 302
SER MULHER É UMA ARTE... Cordel 08/03/07 289
POR QUE INSISTO EM TE AMAR? Cordel 04/01/07 287
ROLOS VIRTUAIS Cordel 10/01/08 269
A COBIÇADA CALCINHA... Cordel 13/01/07 266
INDA DIZ QUE GOSTA D'EU... Cordel 16/08/08 250
UM ROMANCE VIRTUAL... Cordel 12/01/07 176
NÃO ME PRIVE DE VOCÊ... Cordel 03/06/07 175
JUSTIÇA COM A PRÓPRIA MÃO... Cordel 27/04/07 130
NORDESTINO, COM ORGULHO! Cordel 06/11/14 106
Página 1 de 2 1 2 próxima»
Site do Escritor criado por Recanto das Letras