C'est Fini... O odor da flor em dor que em meu jardim sinistro Desabrochou e permitiu que os beija-flores Partissem sem deixar vestígios nos sensores De presença, no vão sombrio que administro. Recolho-me à minha insignificância E inundo com meu pranto o páramo sidéreo Que me devolve em canto lírico e funéreo Os restos do que eu fui ecoando na distância. E assim hei de vagar por toda eternidade, Mascote do fracasso e escravo da saudade Com o âmago sangrando a tiritar de frio Convivendo em necrópoles com os que morreram Em vida e suas células apodreceram À sombra cruciante do cipreste esguio. Nizardo Wanderley


INTERNE-ME...
És doce, linda, pura, ardente e bela, Apaixonante, infante e sedutora, Tigresa, puro mel, dominadora, Rainha soberana em minha tela... E eu, sou louco, impuro, dominado, Faminto, infame, astuto, intempestivo, Sedento, ciumento e possessivo, Amante, arfante, insano e obsecado... E vivo em teu perfil... Esqueço o meu! Querendo descobrir quem te escreveu, Morrendo de ciume, sso é normal? Se for, fico feliz e agradeço! Se não, me interne logo, pois mereço Viver num "Manicômio virtual" http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19754317 (Nizardo) Dir. Autorais. Xerinho.[;)]
Nizardo Wanderley
Enviado por Nizardo Wanderley em 21/03/2007
Alterado em 05/05/2008 Comentários
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