C'est Fini... O odor da flor em dor que em meu jardim sinistro Desabrochou e permitiu que os beija-flores Partissem sem deixar vestígios nos sensores De presença, no vão sombrio que administro. Recolho-me à minha insignificância E inundo com meu pranto o páramo sidéreo Que me devolve em canto lírico e funéreo Os restos do que eu fui ecoando na distância. E assim hei de vagar por toda eternidade, Mascote do fracasso e escravo da saudade Com o âmago sangrando a tiritar de frio Convivendo em necrópoles com os que morreram Em vida e suas células apodreceram À sombra cruciante do cipreste esguio. Nizardo Wanderley

Nizardo Wanderley

Cavaleiro Solitário

Textos


ACRÓSTICO

 

C – ircula o vespertino mimo periódico

O – rnamentando-nos com páginas propícias...

R – eacendendo em nós o labirinto ótico

R – egado com carinho por suas delícias.

E – esse frenesi austero por si só

I  – mpera de Natal à linda  Mossoró,

O – rgulando o Estado com suas notícias.

 

D – ivinos redatores, peças gloriosas!

A – tentos guardiões da nossa informação...

T – ranspoem seus limites, suas emoções,

A – trás de informações deveras preciosas.

R – ecônditos talentos com seu braço forte

D – ignificando o Rio Grande do Norte

E – m jóias matinês febris e glamourosas.

 

SAUDAÇÕES POÉTICAS A TODOS OS QUE FAZEM ESSE GRANDE JORNAL...



Nizardo Wanderley
Enviado por Nizardo Wanderley em 06/11/2007
Alterado em 06/11/2007


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