C'est Fini... O odor da flor em dor que em meu jardim sinistro Desabrochou e permitiu que os beija-flores Partissem sem deixar vestígios nos sensores De presença, no vão sombrio que administro. Recolho-me à minha insignificância E inundo com meu pranto o páramo sidéreo Que me devolve em canto lírico e funéreo Os restos do que eu fui ecoando na distância. E assim hei de vagar por toda eternidade, Mascote do fracasso e escravo da saudade Com o âmago sangrando a tiritar de frio Convivendo em necrópoles com os que morreram Em vida e suas células apodreceram À sombra cruciante do cipreste esguio. Nizardo Wanderley


S – ereno, competente e com expressões contidas,
E – xerce o seu papel, difícil e tão honrado,
B – rigando com a morte que seqüestra as vidas,
A – calentando enfermos, se solicitado...
S – eu talento sublime, estro carismático
T – ranscende as regiões longínquas, siderais...
I – maculado, indômito, sincero e prático,
A – dornos que hoje em dia não se encontra mais
O – rnamentando um homem de caráter tático.
P – eço ao grande arquiteto do universo, em preces,
A – o longo dos meus dias, com sinceridade,
U – m kit divinal de coisas que mereces,
L – ivrando-te do mal, da inveja e da maldade,
I – nflando os teu pulmões com bolhas de primor...
N – utrindo a tua alma com lírios de amor...
O – fegando em teu seio a flor da mocidade!
Minha saudação poética e os meus respeitos ao “Pai
do Clóvis sarinho” (Antigo Walfredo Gurgel) maior hospital pronto-socorro do Estado do Rio Grande do Norte. Os norte-rio-grandenses agradecem o empenho e a determinação desse grande médico e brilhante advogado....
Abraço fraterno. Nizardo Wanderley
Enviado por Nizardo Wanderley em 24/07/2007
Alterado em 24/07/2007 Comentários
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