C'est Fini... O odor da flor em dor que em meu jardim sinistro Desabrochou e permitiu que os beija-flores Partissem sem deixar vestígios nos sensores De presença, no vão sombrio que administro. Recolho-me à minha insignificância E inundo com meu pranto o páramo sidéreo Que me devolve em canto lírico e funéreo Os restos do que eu fui ecoando na distância. E assim hei de vagar por toda eternidade, Mascote do fracasso e escravo da saudade Com o âmago sangrando a tiritar de frio Convivendo em necrópoles com os que morreram Em vida e suas células apodreceram À sombra cruciante do cipreste esguio. Nizardo Wanderley


ACRÓSTICO D- urma tranquila, meu amor, escanse! E- recarregue às suas baterias, S- ua adorada alma à paz alcance, E- a tua mente atinja às alegrias... J - ogue a fadiga de janela afora, O- s anjos vão velar o teu bercinho, T - ua tristeza eu já mandei embora, E- te enviei um lençol de carinho. U- m novo dia, cheio de bondade M- aravilhosamente está chegando, T - razendo amor, humor, felicidade E- tudo aquilo que estás desejando. S- aúde e brilho, não podem faltar... U- se e abuse com total ciência D- esse feitiço que tens no olhar, O- bfirmado em tua consciência. F- eriadão combina com alegria E- deve haver bastante sedução R- eanimando sua fantasia, I - déia pura de alucinação... A- corde linda, pura e preciosa, D- edique o dia à fêmea mais charmosa... O- bejetivo mor do coração!!! Nizardo Wanderley
Enviado por Nizardo Wanderley em 21/04/2007
Alterado em 21/04/2008 Comentários
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