C'est Fini... O odor da flor em dor que em meu jardim sinistro Desabrochou e permitiu que os beija-flores Partissem sem deixar vestígios nos sensores De presença, no vão sombrio que administro. Recolho-me à minha insignificância E inundo com meu pranto o páramo sidéreo Que me devolve em canto lírico e funéreo Os restos do que eu fui ecoando na distância. E assim hei de vagar por toda eternidade, Mascote do fracasso e escravo da saudade Com o âmago sangrando a tiritar de frio Convivendo em necrópoles com os que morreram Em vida e suas células apodreceram À sombra cruciante do cipreste esguio. Nizardo Wanderley


ACRÓSTICO S- eguindo teus instintos mais antigos, E- xales toda força que há em ti, G- erando e atraindo para si, U- m lindo pelotão de bons amigos... N- as asas dos teus sonhos maternais, D- oirados devem ser os pensamentos, O- rnamentando à flor dos sentimentos, N- as rosas dos jardins celestiais... A- cordes bem feliz e decidida, D- isposta a renovar o teu viver, E- apagues tudo o que te faz sofrer, M- udando em quase tudo a tua vida... U- m manto de carinho e proteção, I - nconsciente, em ti se faz presente, T- ecendo em teu encanto, docemente, O- cobertor que aquece o coração... A- nime-se! és forte e adorada! M- imosa, combatente e mui guerreira, O- stentes tua imagem verdadeira, R- eajas, grande musa, diva amada! Nizardo Wanderley
Enviado por Nizardo Wanderley em 12/03/2007
Alterado em 21/04/2008 Comentários
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