C'est Fini... O odor da flor em dor que em meu jardim sinistro Desabrochou e permitiu que os beija-flores Partissem sem deixar vestígios nos sensores De presença, no vão sombrio que administro. Recolho-me à minha insignificância E inundo com meu pranto o páramo sidéreo Que me devolve em canto lírico e funéreo Os restos do que eu fui ecoando na distância. E assim hei de vagar por toda eternidade, Mascote do fracasso e escravo da saudade Com o âmago sangrando a tiritar de frio Convivendo em necrópoles com os que morreram Em vida e suas células apodreceram À sombra cruciante do cipreste esguio. Nizardo Wanderley


T- urbines teu espírito com amor voraz, E- blindes tua alma com felicidade, N- a busca do sucesso, deixes que a verdade, H- abite em tua mente e te reustare à paz. A- tua simpatia de "Fada menina", S- erá a senha mestra que vai inserir, U- novo e lindo dia que vai se abrir M- ostrando a solidez da alma feminina. D- ediques um tempinho ao culto da beleza, I - dolatrando a si, em primeiro lugar! A- mando tão somente a quem também te amar, P- oupando tua alma, de dor e tristeza. R- eunas as procelas de amor e alegria... O- loiros preciosos da serenidade... D- evendo ter somente a jovialidade, U- ltraconservadora da sabedoria. T- enhas um belo sono...Com cheiro de infância... I - limitável seja teu contentamento, V- iaje e, lance aos mares do deslumbramento, O- teu valor imenso, de suma importância! Nizardo Wanderley
Enviado por Nizardo Wanderley em 04/03/2007
Alterado em 27/04/2008 Comentários
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