C'est Fini... O odor da flor em dor que em meu jardim sinistro Desabrochou e permitiu que os beija-flores Partissem sem deixar vestígios nos sensores De presença, no vão sombrio que administro. Recolho-me à minha insignificância E inundo com meu pranto o páramo sidéreo Que me devolve em canto lírico e funéreo Os restos do que eu fui ecoando na distância. E assim hei de vagar por toda eternidade, Mascote do fracasso e escravo da saudade Com o âmago sangrando a tiritar de frio Convivendo em necrópoles com os que morreram Em vida e suas células apodreceram À sombra cruciante do cipreste esguio. Nizardo Wanderley

Nizardo Wanderley

Cavaleiro Solitário

Textos


ACRÓSTICO
 
P – rodígio detentor de auréola inoxidável
E – invólucro sublime de sabedoria
T – ransfere aos seus amigos pelo dia-a-dia
R – eservas de respeito e brio inabalável.
U – nipresente amigo que carrega em si
C – amadas de caráter, reserva moral...
I - cone valoroso, lavra de Natal
O – curso de Direito se orgulha de ti.
 
M – enino valioso vencerás com amor
E – tapas de amargura em tua trajetória
L – evando com carinho em tua sã memória
O – carinho daqueles que te dão valor!
 
Parabéns, Dr. Petrúcio. E que Deus em sua infinita bondade
continue respaldando e lapidando a tua bela alma.
Nizardo Wanderley
Enviado por Nizardo Wanderley em 01/09/2008


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